terça-feira, 15 de outubro de 2013

DIA DO PROFESSOR É TODO DIA



Educação é a formação integral do ser humano, equilibrando ação, emoção e razão, a partir da sabedoria exercitada individualmente, na família, na escola e na sociedade. Hoje é a data marcada para lembrarmos de um profissional que tem a nobre missão de ensinar e, também, Educar. Professor, Parabéns!

No Brasil, todo dia deveria ser Dia do Professor. Infelizmente, nosso País ainda está longe de trabalhar a Educação, na linha do conceito correto, já exposto da forma mais simplificada possível. Mal conseguimos definir um padrão para um ensino de verdadeira qualidade. No entanto, se quisermos ser uma Nação ética, justa, desenvolvida e soberana, precisamos de muito ensino e, mais ainda, de Educação.

O quadro do ensino, que emprega o professor, é um daqueles que temos o dever cívico e moral de melhorar, com a máxima urgência. Ensino tem de ser a política pública prioritária – inclusive quando é tocado pela iniciativa privada. Tudo deriva da qualidade do ensino, para formar cidadãos. Como nosso ensino cada vez mais deixa a desejar, porque o professor e a escola não são valorizados como deveriam, ficamos sempre regulares, ruins ou péssimos nos indicadores sociais que dele derivam.

Urgentemente, o Brasil precisa de três ações. Primeiro, definir um Projeto de Nação. Segundo e terceiro, pois as duas coisas são interdependentes, investir pesado no ensino e na soberania política e econômica do País. Nações que fazem tal dever de casa, garantindo também a existência de Forças Armadas com alto poder de dissuasão, tiram notas máximas em termos de democracia, ordem pública e desenvolvimento. Nessa missão, professores têm um papel fundamental, que antecede até ao dos militares e dos políticos.

Professores são responsáveis por formar todo mundo. Quando a gestão da escola, os projetos e processos de ensino e a profissionalização do magistério são negligenciados, a casa cai – como sempre aconteceu no Brasil. Não podemos admitir uma sociedade, como a nossa, que aceita passivamente o caminho da deseducação. Aqui, ao longo da História, para piorar, erramos e persistimos no erro. Perdemos tempo constatando problemas e não formulando e implantando soluções imediatas e efetivas.

Neste Dia do Professor, ouviremos a proclamação repetida daquela constante bobagem coletivista que consolida o regime capimunista no Brasil. Não dá para aceitar a repetição do mentiroso lugar comum: “Educação é dever do Estado”. Claro que não é! Educação é direito e obrigação de cada indivíduo. Assim, Educação é dever da Família e, por extensão, da Sociedade (sem demagogias ideológicas).

O Capimunismo tupiniquim está alimentando um monstro que pode nos levar à ruína, definitivamente. O dinheiro público vem sendo usado para investimentos bilionários na formação de oligopólios transnacionais de ensino – que pouco ou nenhum compromisso têm com a Pátria brasileira, a não ser o costumeiro lucro fácil de sempre.

Tal sistema está obrando e andando para a Educação. Encarado meramente como um negócio lucrativo e baseado em diretrizes e bases ideocraticamente capimunistas, o modelo de ensino em vigor não serve ao Brasil, muito menos aos brasileiros. É bom deixar claro: ensino pode e deve ser negócio. Não pode é ser apenas isto. Precisa ir além do negócio. Do contrário, nem o negócio se sustenta, no fim das contas...

No dia comercialmente escolhido para celebrar a profissão, os professores têm o dever de conhecer a dureza deste modelo criminoso e injusto que patrocina uma escola, em todos os seus níveis, que mais parece uma máquina de moer o cérebro da gente. Professores precisam dizer um não rotundo a um sistema de ensino (longe de ser educacional) que produz e reproduz ignorância, preconceitos, erros, mentiras e injustiças.

O Professor é o intelectual orgânico (para roubarmos uma categoria do Antônio Gramsci) com dupla faceta. Pode mudar a realidade para melhor se estiver trabalhando com sabedoria – o uso correto do conhecimento com base na verdade e na ética. Mas também pode formar uma massa de (m)idiotas, imbecis coletivos, se prosseguir trabalhando no modelo capimunista de ensino que vigora há séculos no Brasil.

Professores precisam definir, depressa, de qual lado estão. Infelizmente, como o Ensino é o setor mais atingido pelas ideologias da imbecilização coletivista, em um claro processo para inviabilizar, desrespeitar e corromper a individualidade do ser que a escola precisa bem formar, os professores acabam se transformando em agentes passivos, meros reprodutores da barbárie.

Professores precisam escolher o lado do Brasil e do nosso povo euroafroameríndio. Professores devem fomentar o entusiasmo em seus alunos, a fim de despertar em cada um de nós aquele vira-latas que ainda não descobriu a força que tem para se tornar exemplo para a humanidade.

O maior desafio, agora, é que os professores deixem de ser meros intelectuais orgânicos, regiamente mal pagos, para se transformarem em agentes conscientes da Educação, trabalhando na formação integral do ser humano, equilibrando ação, emoção e razão, a partir da sabedoria exercitada individualmente, na família, na escola e na sociedade.

Professores assim vão ajudar a formar e consolidar uma Elite Moral focada em elaborar e implantar um Projeto Político e Econômico de Nação para o Brasil.

Professores, vamos trabalhar para este dia chegar logo, fazendo com que todo dia seja dia do professor no Brasil?   

Vida que segue... Ave ataque Vale! Fiquem com Deus.

Por Jorge Serrão - serrao@alertatotal.net
15/10/2013


 

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